Japaburger

A Empresa / Institucional

Concepção e Histórico

Outro dia (meados de 2018) estava eu pensando sobre o que pedir pra comer. Em dúvida entre pedir um hambúrguer ou comida japonesa, que adoro. Acabei pedindo mesmo o hambúrguer pela correria e praticidade do momento... e enquanto comia o sanduíche me perguntei: e se fosse um sanduba japa? Tipo sushi, ou algo assim?

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Pois é, fui pesquisar e descobri que o sanduíche Japonês não é nenhuma novidade. No Japão existem diversas receitas tradicionais de sanduíches, mas nada parecido com o que eu havia pensado. O Nikuman que é uma adaptação do sanduíche Chinês Baosi, surgiu no Japão no Século XIII; o Anpan criado em 1870; temos ainda a Yakisoba Pan; o Korone Pan; o Yaki Karē Pan; o Ichigo Cream Sandwich; o Katsu Sando; o Korokke Pan; o Soseji Pan dentre muitos outros. Os japoneses se adaptaram ao sanduíche justamente pela forma prática e mais rápida de alimentação, sem deixar de lado a origem nem os sabores desta rica da gastronomia.

A febre do momento no Japão, que viralizou nas redes sociais, é o Sushi Burger (foto ao lado), uma versão de hambúrguer de sushi. Uma combinação de bolinho de arroz moldeado em formato de pão de hambúrguer com recheios variados. ​Não cheguei a experimentar, mas achei aquele "pão" de arroz não muito agradável aos meus olhos... muito arroz... um sushi gigante... sei lá... além do que certamente não daria sustentabilidade ao sanduíche e provavelmente seria grudento para segurar com as mãos, como se faz para comer um bom hambúrguer.

Mas a ideia não me saiu mais da cabeça! Daí semana passada (início de agosto de 2018) ao ir na padaria vi que um rapaz estava comprando uma diversidade e pães de hambúrguer. Perguntei a ele: você tem uma hamburgueria? Daí ele me respondeu que sim, que era num bairro próximo, me disse que ali eles faziam o pão com a receita dele. Me deu um panfleto e me convidou a aparecer. Minha surpresa foi saber que naquela padaria que eu frequento há mais de dez anos faziam pães sobre encomenda com a receita do cliente.... hummm, isso me remeteu imediatamente a ideia do hambúrguer japa... fiquei aquele dia inteiro pensando sobre o negócio.

Naquela mesma noite tive o tal insight! Acordei eufórico, com tudo na cabeça... parecia que eu havia vivenciado a coisa toda, mas não tive tempo de rascunhar ou escrever nada… daí, mais tarde, com minha enteada aguardando a emissão de um documento, rascunhei de uma só vez em um pedaço de papel a ideia da marca: Japaburger, apenas com caneta preta. Mostrei para ela que, refez a marca colorida e acrescentou um retângulo branco, que me remeteu imediatamente ao formato de uma bandeira, e me mostrou. Achei ótimo. Maravilha! Na verdade aquele retângulo era o que faltava na marca – disse a ela. Voltando pra casa bolamos o slogan.

Seguindo a simplicidade apresentada pelo slogan: "O melhor do Japão, no pão!", o conceito aplicado à marca é: comer um 'japonês' de forma prática e rápida, sem abrir mão dos sabres tradicionais da rica gastronomia japonesa. Tanto o nome quanto a parte gráfica com círculo vermelho levemente achatado remete a ideia de um pão de hambúrguer 'recheado' com o Japaburger. Que também remete a bandeira do Japão com o retângulo branco reforçando o que queremos comunicar com o cliente.

Foi tudo muito rápido, parecia mágico! Pedi ajuda a um amigo para desenhar a marca no computador e, ao mesmo tempo em que essa parte de finalização da marca foi avançando. Eu buscava tudo sobre o assunto na internet, achei sobre os sanduíches que já descrevi acima, mas nada do que encontrei era o que eu havia pensado para o produto. Encontrei uma novidade sobre a fabricação de pão: o Instituto Nacional de Pesquisa de Alimentos do Japão desenvolveu uma receita de pão de arroz, extremamente rico, sem glúten e proporcionando uma sensação de saciedade maior: o pão virou um grande sucesso nas padarias japonesas.

Embalagens: um  capítulo a parte: Estava eu rodando em tudo quanto era rua no centro do Rio, naquelas ruas que se vende de tudo.... procurando decoração com tema oriental, utensílios, temperos e algum tipo de embalagem. Chegando em uma loja cheia daquelas luminárias japonesas entrei e me encantei com as coisas que vi, fui logo atendido por uma japonesa que falava um português fluentemente... comprei uns 20 itens. Percebi que de longe nos observava uma senhora, já bem idosa... ao perguntar a atendente se ela tinha aqueles barcos japoneses pra servir comida mais simples e baratos... a senhora se aproximou e conversou em japonês com a atendente, depois me disse: "uligami baco', naquele momento não assimilei o que aquela senhora havia me dito. A atendente me disse que infelizmente não teria como me atender com os barcos. Paguei e me encaminhei pra sair da loja... mas antes de sair a senhora me abordou e voltou a dizer: uligami baco, baco uligami, uligame... uligami". Daí me liguei o que estava tentando me dizer, agradeci e imediatamente procurei sobre o origami no smartfone: dito e feito, estava lá a dobradura japonesa do barquinho japonês perfeito. Hoje temos todas nossas embalagens baseadas no origami em papel de fontes renováveis.

O primeiro grande desafio! "Botando a mão na massa". Enfim, chegou a hora de literalmente botar a mão na massa! Eu nunca havia feito massa de pão na minha vida! Mas queria uma massa de pão própria, precisava chegar a uma massa que atendesse o meu pensamento inicial, lá do insight… comecei me baseando na receita do Instituto japonês… uma, duas, três, quatro vezes e nada. Busquei outras receitas e, após dois dias de inúmeras tentativas, cheguei a algo mais próximo. Pensei: bom, não sou padeiro né? E esse forno aqui também não é o ideal! Se levar a receita lá para a padaria deve ficar melhor.

Na padaria o pão ficou ótimo! Mas a nível de aroma, visual e textura deixou a desejar. Eu queria um aroma de arroz de sushi: agridoce e com aquele leve cheirinho de nori e quando a pessoa comer fizesse um “croque croquezinho” na boca. Isso além do visual mesmo do pão, que precisava ter alguma coisa diferente reforçando a identidade diferenciada do próprio produto, não queria um visual tradicional de pão de hambúrguer. Mais uma semana testando várias combinações e, eureca, enfim tínhamos o pão que eu havia pensado. Incrivelmente perfeito! Macio, firme, leve e saboroso!!! Inclusive podendo ser congelado e descongelado sem perda de qualidade ou diferencial do produto.

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Chegou a hora de trabalhar os recheios dos hambúrgueres. Eu havia iniciado pela massa do pão devido ao fato de ter habilidade na culinária japonesa. Já havia feito diversos cursos, inclusive um, através do Instituto Brasil Japão. Fiz uma releitura de dez clássicos de forma que pudessem ser servidos dentro do pão de hambúrguer e os batizei de: Filadélfia Pan, Hot-Filadélfia Pan, Salmão Skin Pan, California Pan, Ebi Pan, Hot-Ebi Pan, Kinoco Pan, Yakisoba Pan, Sushi Pan e Hokori Pan. Todos acompanham dois tipos de molho, a escolher: MyTeriyaki (releitura), MyAgridoce (releitura), KiPôro (autoral) e os picantes HotGreen (autoral) e MaxPepper (autoral).

A primeira vez agente nunca esquece: me lembro perfeitamente da primeira vez que preparei os primeiros hambúrgueres (março de 2019), eu tremia na hora de montar os sanduíches... pensava: caraca o visual ficou show... estava louco pra ouvir a opinião de minha família após experimentarem. E um após o outro... ou melhor uma após a outra (se tratando de minhas: duas enteadas e minha esposa) adoraram... enfim, as meninas eu já imaginava que iriam gostar mesmo pois elas já comem comida japonesa... mas a opinião de minha esposa era a que mais eu aguardava. Pois ela até come japa, mas não gosta de peixe cru... enfim, e ela me disse: "Marcelo vou te ser sincera, eu achava que não iria gostar, mas gostei muito mesmo e acho que você teve uma ideia ótima e deve iniciar imediatamente este negócio". Já as meninas me falaram: "tipo muito louco, agente vê um hambúrguer mas quando come é comida Japonesa... isso tá 'bugando' o cérebro!"

Mas resolvi não me levar pela emoção. Afinal, eu já empreendo desde meus 20 anos de idade e sei que a vontade e a ideia apenas não são o suficiente. É preciso estruturar minimamente o negócios. Além do mais, meu pensamento é montar uma franqueadora, oferecendo microfranquias delivery, food trucks e lojas físicas. Enfim, é preciso muito estudo, muito planejamento, muitos fornecedores, muitos equipamentos, muitas pessoas e, principalmente, uma boa forma de viabilizar tudo isso.

Em reuniões entre amigos e parentes, por diversas vezes tive a oportunidade de servir a minha versão da tradicional culinária japonesa dentro do pão de hambúrguer: o meu Japaburger. E após alguns meses, percebendo que eu já estava sendo convidado para as festinhas dos amigos dos amigos justamente por conta do Japaburger, entendi que já era hora de formalizar o negócio de forma que eu pudesse profissionalizar a coisa toda!

Investimento inicial: R$ 100 mil. Sendo utilizado inicialmente na abertura da empresa PBA Foods Ltda com objetivo não somente de vender os produtos direto para o cliente final, mas, principalmente oferecer a empreendedores como eu, a oportunidade de abrir uma franquia com baixo investimento (com ou sem nossa participação societária). O recurso foi aplicado integralmente no registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial – o INPI; associação da empresa a Associação Brasileira de Franchising – a ABF; em consultoria empresarial para a criação de um plano de negócios bem estruturado; pesquisa de mercado; contratação da empresa do amigo para desenvolver toda a identidade visual, campanhas, site da empresa, material promocional, embalagens, criação de nosso mascote Japinha, dentre outras despesas iniciais.

O start do negócio (terceiro grande desafio): vendendo o peixe! Após estudar o mercado e "bisbilhotar" redes de fast food, em especial no segmento de comida japonesa – a qual eu entendo que o Japaburger melhor se encaixa. Pude verificar que o menor risco seria fazer eventos fechados: levando toda a estrutura necessária e os produtos para finalização no local. Servindo um rodízio de hambúrgueres no estilo self-service. A proposta seria uma mistura de culinária com show, afinal é muito bonito ver a preparação do Japaburger com seus diversos ingredientes, cores, aromas e sabores únicos:  uma arte!

Nesta ocasião pude perceber que as pessoas queriam outras coisas e resolvi acrescentar ao cardápio algumas opções extras de pratos quentes e frios, assim como doces e passei a oferecer o Kombucha como opção para aqueles que preferem uma bebida saudável e funcional, além do que o chá tem tudo a ver com a culinária oriental de uma forma geral.

Iniciando o delivery: "olha ao alto o que ao alto se destina". Em dado momento em minha vida li ou ouvi essa frase destacada e nunca mais saiu de minha cabeça. Ou seja, sempre que vou fazer algo eu penso no mais alto. Claro que tudo na vida é uma escala... as vezes uma escalada... rs, outras uma íngreme e difícil subida. Mas é como se diz: "ninguém nunca disse que seria fácil". E assim foi com o delivery, neste momento o Japaburguer já tinha eu, mais duas pessoas comigo na cozinha e mais três na entrega: uma loucura! Mas a experiencia anterior fazendo as festas foi muito boa devido a já deixar tudo pesado, separado e adiantado. Repeti o mesmo método no delivery, a cozinha funcionava bem, mas existiam gargalos no sistema informatizado, o que dificultava a logística de entrega. Em pouco mais de 30 dias já havia ajustado tudo e o delivery passou a ser um sucesso!

A grande dificuldade foi introduzir o conceito, em si, do produto junto aos consumidores. Fato é que quem experimenta gosta e passa a consumir o Japaburger, mas quebrar paradigma sempre é um desafio. Passamos a distribuir material publicitário com apelo e referencia a aceitação do produto no exterior e fazer ações promocionais com degustação em locais estratégicos. Os resultados foram imediatos e as vendas cresciam dia a dia.

Iniciando o sistema de Franchising, como conseguir R$ 780 mil: Onde conseguir a grana que eu preciso para iniciar o sistema de Franchising, com microfranquias delivery? Eu precisava de mais R$ 780 mil, tinha em mente ter participação, mesmo que inicial, em algumas franquias. E, ainda, dentro de meu plano de negócios, em seis meses preciso de um galpão para ser utilizado como fabrica dos produtos e local de treinamento para franqueados; alem de, em mais oito meses inaugurar a primeira loja física do Japaburguer, utilizada como modelo para os franqueados. Até aí eu não tinha sócio no negócio, mas um empréstimo dessa monta na rede bancária seria praticamente igual a ter um sócio... daí pensei em buscar um investidor. Mas quem? Imediatamente pensei que seria fantástico o Robinson Shiba... rs, 20 anos de experiencia no setor e o "ban ban ban" da maior rede de delivery de comida chinesa da América Latina! Simplesmente busquei o nome dele no internet e apareceu uma página com um botão "quero alavancar meu negócio junto com o Shiba!"

Me inscrevi lá na página e passei a fazer parte de um grupo de pessoas a quem o Shiba fazia uma monitoria, a Master Class Sonhos InBox. Inicialmente seriam vídeo aulas com bate papo online, mas dentro da proposta teríamos quatro encontros presenciais com ele. Daí eu só pensava: vou levar meu Japaburger "debaixo do braço" e oferecer pra ele experimentar... vai que o cara gosta???

 

Terminei a Master Class e obtive informações muito uteis para o meu negócio, mas observando melhor a forma como o Shiba participava de outras empresas que estavam iniciando como a minha... tipo 70% dele pra 30% (no máximo) para a pessoa que busca o investidor em um famoso programa de televisão. E eu que havia pensado em vender até 40% da empresa... decidi me manter sozinho mesmo no negócio neste momento e buscar pequenos investidores para cada uma das fases da expansão, quando chegasse a hora. De forma que eu pudesse manter o controle da operação e posteriormente comprar a parte do investidor.

Eu tinha uma coisa muito clara na minha cabeça: meu negócio mesmo era vender franquias. Daí pedi a empresa que faz nossa propaganda pra fazer um portfólio bem bonito em formato de livro com informações de rápida leitura, com gráficos de faturamento, fotos dos produtos, estudos de mercado que realizamos, plano de negócios, explicando bem os custos e os lucros, taxa de retorno de investimento e, principalmente, o nosso sistema escalonado de marketing ganha-ganha, que criamos para fazer o negócio crescer rapidamente. E que transforma cada um de nossos franqueados, colaboradores e, ate mesmo, consumidores finais em vendedores de franquias, passando a ter um retorno financeiro sobre cada empreendimento ativo. Botei o material debaixo do braço e fui a luta e, seja lá por onde quer que eu estivesse e percebesse a oportunidade, fazia a apresentação da proposta de franquia... muitas delas negociadas em eventos que participávamos e até mesmo em festas e evento que estávamos contratados para servir os nossos produtos.

Marcelo Araujo,

idealizador e fundador do Japaburger

Visão:

Ser reconhecido no segmento de fast-food pela excelência no atendimento e na qualidade dos produtos junto aos consumidores. Lucratividade, baixo investimento e risco do negócio para os franqueados. E, até 2028, estar no ranking das 5 maiores redes de fast-food do segmento, com presença em todas as unidade federativas.

Missão:

Outro dia (meados de 2018) estava eu, pensando sobre o que pedir no fast food. Uma dúvida entre hambúrguer e comida japonesa, que adoro. Mas acabei pedindo o hambúrguer pela correria e praticidade do momento... após comer todo o sanduíche eu me perguntei: e se fosse um sanduíche japa, tipo um sushi, ou algo assim?

Valores:

Compromisso e respeito com o cliente; excelência na preparação dos produtos servidos; atualização e inovação nos processos; 

Respeito, transparência, lucratividade e 

china in box

1. Clientes: nossa razão de existir.
2. Integridade, honestidade, confiança, respeito e justiça: valores inegociáveis.
3. Ética: compromisso em cumprir nosso código de ética.
4. Comprometimento: responsabilidade, iniciativa e paixão pelo que fazemos.
5. Inovação: busca contínua de novas oportunidades e aprimoramento constante do que já conquistamos, orientados pelas necessidades dos nossos clientes.
6. Segurança: compromisso com a saúde e bem estar de todos os nossos stakeholders.
7. Empresa: investir continuamente na empresa, promover seu crescimento e desenvolvimento e garantir sua sustentabilidade em longo prazo.
8. Franqueados: compromisso com o sucesso dos nossos parceiros. 
9. Equipe: valorização e desenvolvimento de talentos através de capacitação e novos desafios.
10. Fornecedores: parceiros de negócio.
11. Resultado: maximizar os ganhos em conformidade com as leis vigentes.
12. Transparência: confiabilidade, regularidade de informações da empresa a todos os sócios.

riomais

​compromisso com o cliente, excelência no que faz, inovação, responsabilidade e respeito com o meio ambiente e com às pessoas.

 

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